Posts de junho \28\UTC 2011

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28/06/2011
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27/06/2011
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Bulliyng pra cá e pra lá

27/06/2011

Garoto que foi atingido por uma borracha dentro de uma sala de aula em Catanduva

Por Isabeli Baruffaldi

Assunto muito discutido nos últimos tempos, o bulliyng teve seu primeiro “contato oficial” em Catanduva.

Uma criança de nove anos quase perdeu a visão do olho esquerdo depois de uma ‘brincadeira’ dentro de uma sala de aula na escola Professor José D’Oliveira Barreto, no dia 13 de junho.

O aluno brigava com outra criança dentro da sala de aula, quando jogou uma borracha escolar, que acidentalmente, acabou pegando no olho do garoto, que está fazendo tratamento oftalmológico para que não fique cego.

A família da criança ficou assustada e disse que não é a primeira vez que o filho é agredido por esse aluno na escola. Desde o ano passado, ele ameaça várias crianças para que lhe dêem lanche ou dinheiro.

Mesmo a criança quase ter ficado cega e a família registrar um boletim de ocorrência, nenhuma providência foi tomada. Enquanto isso, o outro garoto continua frequentando as aulas normalmente, sem ter sofrido nenhuma punição.

A falta de psicólogos em escolas públicas e privadas acaba prejudicando os estudos dos alunos, que na maioria das vezes sofrem o bulliyng caladas, com medo de represálias por parte do agressor.

O projeto criado pelo senador Gim Argello (PTB-DF), em que as escolas são obrigadas a criar estratégias de prevenção e combate ao bulliyng, foi aprovado recentemente no Senado e só falta a aprovação da Câmara para entrar em vigor. Resta saber se vai ser um projeto que será colocado em prática ou apenas ficará guardado na gaveta.

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O Nariz – Uma Perda Inusitada

24/06/2011

Por Florence Manoel

O conto O Nariz, publicado em 1836 por Nicolau Gogol, um dos grandes expoentes do realismo fantástico russo, relata a absurda desventura do major Kovaliok que, ao despertar em uma certa manhã, percebe que lhe falta algo: o nariz sumiu de seu rosto!

Como se não bastasse o incomôdo de amanhecer sem uma parte da face, o oficial encontra seu próprio nariz desfilando pelas ruas de São Petersburgo, visitando pessoas. O orgão emancipado ainda traja um uniforme de conselheiro do Estado e carrega uma espada. Indignado e surpreso, o major tenta abordar o nariz fujão que o despista e desaparece.

Desolado, ele cria várias situações inusitadas: tenta anunciar sua busca em um jornal – e é impelido a deixar de fazê-lo; admite que seria mais fácil perder um braço ou uma perna, cuja falta lhe traria menor desconforto social e passa a crer que foi enfeitiçado por uma certa senhora Podtotchim , que, em vão, tentara oficializar uma união entre o major e sua filha.

O audacioso nariz também causa angústias ao barbeiro Ivan Yakovlétvitch, que o encontra no meio do pão e é acusado pela esposa de trabalhar embriagado e machucar um cliente. Prascovi Ossipovna diz ao marido que ele deve se livrar da evidência de seu crime (!), mas ele tem dificuldade em fazê-lo, uma vez que encontra um conhecido seu a cada tentativa.

Existe uma crítica do escritor russo às crendices da época, à burocracia e ao universo movido pelas aparências e conveniências, entretanto, as insinuações são inquietantes e divertidas, elaboradas de maneira completamente inovadora.

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Primeira Edição on TV – Dedo de Moça

22/06/2011

CRÉDITOS

Apresentação e Roteiro: Nágila Câmara

Criação, Produção e Direção: Andréa Alves

Edição: João Carlos Pinto

 

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Ataque nuclear em Hiroshima e Nagasaki é retratado em exposição na Estação Cultura

20/06/2011

Por Florence Manoel

 

A exposição “Hiroshima e Nagasaki – Um agosto para nunca esquecer”, promovida pela Estação Cultura entre os dias 26/05 e 26/06 retrata a atrocidade cometida em 1945, no final da segunda Segunda Guerra Mundial, quando a Força Aérea dos Estados Unidos lançou bombas nucleares sobre as duas cidades japonesas, comprometendo a vida da população local a curto e a longo prazo.

O sofrimento vivenciado pelas vítimas é exposto por meio de filmes, fotografias e textos, dentre os quais se destaca a trágica história da garota Sadako Sasaki que tinha dois anos de idade quando ocorreram os ataques. Devido aos efeitos da radiação, Sadako contraiu leucemia dez anos depois.

Acreditando em uma tradição japonesa que dizia que quem fizesse mil grous (dobraduras de papel em forma de ave) teria um desejo satisfeito, Sadoko começou a criar os origamis: seu pedido era curar-se, mas ela também vislumbrava a paz mundial.

A garota conseguiu fazer apenas 656 dobraduras, mas seus amigos prosseguiram com o trabalho e conseguiram levantar fundos para erguer um monumento em sua homenagem no Parque da Paz: O Monumento das Crianças à Paz.

A mostra é aberta ao público todos os dias na Estação Cultura. Adolescentes de 14 a 16 anos são convidados a assinar um documento que reivindica a extinção do uso de armas nucleares. As assinaturas dos Jovens Mensageiros da Paz, como são chamados serão encaminhadas à ONU (Organização das Nações Unidas).

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